O primeiro ponto de atenção é o capital de giro. Apesar do caixa operacional positivo, as variações de ativos e passivos consumiram caixa, principalmente por aumento de estoques.
O segundo ponto é o aumento dos estoques. No balanço, os estoques subiram de R$218 milhões no fim de 2025 para R$246,9 milhões no fim do 1T26. A administração menciona estoques de R$247 milhões, com redução de 8,8% em comparação anual, mas frente ao fim de 2025 houve alta sazonal importante.
O terceiro ponto é a queda do caixa. O caixa consolidado caiu de R$40,5 milhões para R$32,3 milhões no trimestre, porque a geração operacional foi consumida por investimentos e financiamentos.
O quarto ponto é o investimento em intangível. A companhia segue investindo de forma relevante em intangível, com saída de R$24,5 milhões no trimestre. O agente deve acompanhar se esses investimentos sustentam crescimento, digital, omnichannel e eficiência operacional.
O quinto ponto é o resultado financeiro ainda negativo. Embora tenha melhorado, o resultado financeiro de -R$13,3 milhões ainda consome parte relevante do lucro operacional.
O sexto ponto é a rentabilidade sobre patrimônio. O patrimônio líquido consolidado é elevado, em R$1,077 bilhão, enquanto o lucro líquido trimestral foi de R$11,3 milhões. A companhia melhorou, mas ainda precisa elevar retorno sobre capital.
O sétimo ponto é positivo: o relatório de revisão especial veio sem ressalva, mantendo a consistência das demonstrações.