A Vivo apresentou um 1T26 forte, com crescimento de receita, lucro bruto, resultado operacional, lucro líquido e geração de caixa operacional. A companhia segue combinando escala, rentabilidade, forte posição de caixa, expansão em fibra e 5G, monetização da base móvel, crescimento em B2B digital e remuneração relevante ao acionista.
A receita líquida consolidada foi de R$15,457 bilhões no 1T26, contra R$14,390 bilhões no 1T25, crescimento de aproximadamente 7,4%. O lucro bruto subiu de R$6,354 bilhões para R$6,943 bilhões. O resultado antes do financeiro e dos tributos cresceu de R$1,985 bilhão para R$2,324 bilhões. O lucro líquido consolidado foi de R$1,257 bilhão, acima dos R$1,056 bilhão do 1T25.
O fluxo de caixa operacional consolidado também foi forte, em R$5,297 bilhões, acima dos R$5,091 bilhões do 1T25. A companhia encerrou março de 2026 com caixa e equivalentes consolidados de R$9,063 bilhões, além de aplicações financeiras de curto prazo.
A leitura central é positiva. A Vivo segue como uma companhia de alta qualidade operacional, com receita recorrente, base de clientes ampla, geração de caixa robusta, forte presença em móvel e fibra, e capacidade de investir em rede mantendo lucro e remuneração aos acionistas. Os pontos de atenção são resultado financeiro mais negativo, CAPEX elevado, arrendamentos relevantes, provisão para inadimplência maior e necessidade de continuar defendendo participação e monetização em um setor competitivo.