A TIM apresentou um 1T26 forte, com crescimento de receita, EBITDA normalizado maior, lucro líquido em alta, geração operacional de caixa robusta e manutenção de uma política relevante de remuneração aos acionistas. A companhia segue entregando crescimento com boa rentabilidade, sustentada principalmente pelo pós-pago, pela monetização da base móvel, pela expansão da Ultrafibra e pelo avanço do segmento fixo com a consolidação da V8.
A receita líquida total consolidada foi de R$6,806 bilhões no 1T26, crescimento de 6,5% contra o 1T25. A receita de serviços também cresceu 6,5%, para R$6,644 bilhões, enquanto a receita de produtos avançou 5,4%, para R$162 milhões. O lucro bruto foi de R$3,564 bilhões. O resultado antes do financeiro e tributos foi de R$1,515 bilhão, e o lucro líquido foi de R$817 milhões.
O EBITDA normalizado foi de R$3,287 bilhões, alta de 6,6%, com margem de 48,3%, praticamente estável contra o ano anterior. O EBITDA-AL normalizado foi de R$2,523 bilhões, crescimento de 7,8%, com margem de 37,1%. Esses indicadores mostram boa disciplina operacional mesmo com custos, PDD, arrendamentos e investimentos relevantes.
A leitura central é positiva. A TIM combina crescimento recorrente de serviços, alta geração de caixa, lucro elevado, escala, marca forte, base de clientes grande, expansão em fibra, 5G e retorno ao acionista. O ponto de atenção é acompanhar pré-pago, market share, inadimplência, CAPEX, arrendamentos e a capacidade de manter crescimento sem deteriorar margens.