A Construtora Tenda iniciou 2026 confirmando a consolidação da virada operacional e financeira observada em 2024 e 2025. O trimestre trouxe recorde de receita líquida consolidada, lucro bruto ajustado recorde, EBITDA ajustado recorde no segmento Tenda, lucro líquido elevado e forte melhora do caixa operacional frente ao 1T25.
No consolidado CVM, a receita líquida subiu de R$865,2 milhões no 1T25 para R$1,18 bilhão no 1T26. O lucro bruto consolidado subiu de R$271 milhões para R$399,5 milhões. O resultado antes do financeiro e dos tributos subiu de R$141,9 milhões para R$200,6 milhões.
O resultado financeiro consolidado ainda foi negativo, em R$6 milhões, mas melhorou bastante frente aos R$21,4 milhões negativos do 1T25. O lucro líquido consolidado foi de R$178 milhões, contra R$114 milhões no 1T25. O lucro atribuído aos acionistas controladores foi de R$183,4 milhões.
O caixa operacional consolidado também melhorou de forma relevante. O fluxo de caixa das atividades operacionais foi positivo em R$137,1 milhões, contra consumo de R$80,1 milhões no 1T25. A geração ainda convive com consumo de contas a receber e estoques, mas foi sustentada por maior caixa gerado nas operações e por obrigações por compra de imóveis e adiantamentos de clientes.
A administração destacou recorde histórico de receita líquida trimestral consolidada, lucro bruto ajustado consolidado recorde de R$420,7 milhões, margem bruta ajustada da Tenda de 38,5% excluindo Pode Entrar e EBITDA ajustado recorde do segmento Tenda de R$283,5 milhões. Esse EBITDA anualizado supera R$1,1 bilhão, acima do teto do guidance de 2026.
A Alea continuou sendo o principal ponto de acompanhamento, mas apresentou melhora no consumo de caixa. O consumo de caixa Alea, na participação da Tenda, foi de R$14,9 milhões, queda de 55,3% frente ao 1T25, e em ritmo anualizado abaixo do limite mínimo do guidance de consumo anual de R$60 milhões a R$80 milhões.