A Lavvi iniciou 2026 ainda com operação lucrativa, receita em crescimento anual e base relevante de backlog, landbank, caixa e aplicações financeiras. O trimestre, porém, mostrou queda de lucro e margem frente ao 1T25, além de aumento da dívida líquida e continuidade de consumo de caixa ajustado quando considerados investimentos em terrenos.
A receita líquida consolidada foi de R$372,9 milhões no 1T26, contra R$334,6 milhões no 1T25. O lucro bruto consolidado foi de R$119 milhões, abaixo dos R$125,5 milhões do 1T25. O lucro líquido consolidado foi de R$82 milhões, contra R$96,3 milhões no 1T25. O lucro atribuído aos sócios da controladora foi de R$69,8 milhões, contra R$86,8 milhões no 1T25.
A administração destacou receita líquida de R$373 milhões, alta de 11% ano contra ano, margem bruta ajustada de 34,9%, lucro líquido de R$70 milhões para o controlador, margem líquida de 18,7%, ROE anualizado de 28%, backlog de R$2,8 bilhões com margem de 38%, dívida líquida de R$468 milhões, vendas líquidas de R$336 milhões, VSO de 11% no trimestre e 54% nos últimos 12 meses, além de landbank de R$10,4 bilhões na visão 100% e R$7,5 bilhões na visão percentual companhia.
A leitura central para o usuário é positiva, mas com cautela pontual. A Lavvi segue como empresa lucrativa, com forte posição operacional, backlog relevante, landbank grande e histórico recente de crescimento. O sinal ainda é positivo porque a companhia mantém lucro, ROE alto, vendas e liquidez. A atenção fica na queda de margem, queda do lucro do controlador, aumento de despesas financeiras, dívida líquida positiva e consumo de caixa ajustado por aquisição de terrenos.